Maravilhosas orações narradas na voz de Divaldo Franco, extraídas do livro A Prece segundo os Espíritos, cujos textos foram retirados das obras psicografadas pelo médium. Mensagens que conduzem a uma reflexão sobre o caminho da paz e serenidade. Destaque para a prece que o orador declama no encerramento das palestras: Poema da Gratidão.
Divaldo Pereira Franco nasceu no dia 5 de maio de 1927, em Feira de Santana, Bahia. É reconhecido como um dos maiores médiuns e oradores espíritas da atualidade.
Sua posição psicográfica é superior a 150 obras (com tiragem de mais de 5 milhões de exemplares), das quais 70 já foram traduzidas para 15 idiomas.
Ao longo de sua incansável trajetória como divulgador da Doutrina Espírita, realizou mais de 10 mil conferências em cidades brasileiras e estangeiras, visitando cerca de 60 países em quatro continentes.
Por sua destacada ação como médium, conferencista e orador, tem recebido homenagens e títulos de várias instituições nacionais e internacionais.
Em 1952, juntamente com seu fiel amigo Nilson de Souza Pereira, fundou, no bairro de Pau da Lima, a Mansão do Caminho, através da qual tem prestado inestimável serviço de assistência social e educacional a milhares de pessoas carentes da cidade de Salvador.
Minha mãe foi, com certeza, a mulher que mais profissões exerceu em toda sua longa vida, sem ter sequer concluído o curso fundamental. Tudo que ela aprendeu foi nas primeiras quatro séries que cursou, quando criança. Contudo, era de uma sabedoria sem par. Descobri que minha mãe era uma decoradora de grandes qualidades, à medida que eu crescia e observava que ela sempre tinha um local no melhor móvel da casa, para as pequenas coisas que fazíamos na escola, meu irmão e eu. Em nossa casa, nunca faltou espaço para colocar os quadrinhos, os desenhos, os nossos ensaios de escultura em barro tosco. Tudo, tudo ganhava um espaço privilegiado. E tudo ficava lindo, no lugar que ela colocava. Descobri que minha mãe era uma diplomata, formada na melhor escola do mundo (nosso lar), todas as vezes que ela resolvia os pequenos conflitos entre meu irmão e eu. Fosse a disputa pela bicicleta, pela bola, pelo último bocado de torta, de forma elegantemente diplomática ela conseguia resolver. E a solução, embora pudesse não agradar os dois, era sempre a mais viável, correta, honesta e ponderada. Descobri que minha mãe era uma escritora de raro dom, quando eu precisava colocar no papel as ideias desencontradas de minha cabecinha infantil. Ela me fazia dizer em voz alta as minhas ideias e depois ia me auxiliando a juntar as sílabas, compor as palavras, as frases, para que a redação saísse a contento. Descobri que minha mãe era enfermeira, com menção honrosa, toda vez que meu irmão e eu nos machucávamos. Ela lavava os joelhos ralados, as feridas abertas no roçar do arame farpado, no cair do muro, no estatelar-se no asfalto. Depois, passava o produto antisséptico e sabia exatamente quando devia usar somente um pequeno band-aid, o curativo ou a faixa de gaze, o esparadrapo. Descobri que minha mãe cursara a mais famosa Faculdade de Psicologia, quando ela conseguia, apenas com um olhar, descobrir a arte que tínhamos acabado de aprontar, o vaso que tínhamos quebrado. E, depois, na adolescência, o namoro desatado, a frustração de um passeio que não deu certo, um desentendimento na escola. Era uma analista perfeita. Sabia sentar-se e ouvir, ouvir e ouvir. Depois, buscava nos conduzir para um estado de espírito melhor, propondo algo que nos recompusesse o íntimo e refizesse o ânimo. Era também pós-graduada em Teologia. Sua ciência a respeito de Deus transcendia o conteúdo de alguns livros existentes no mundo. O seu era o ensino que nos mostrava a gota a cair da folha verde na manhã orvalhada e reconhecer no cristal puro, a presença de Deus. Que nos apontava a fúria do temporal e dizia: Deus vela. Não se preocupem. Que nos alertava a não arrancar as flores das campinas porque estávamos pisando no jardim de Deus. Um jardim que Ele nos cedera para nosso lazer, e que devíamos preservar. Ah, sim. Ela era uma ecologista nata. E plantava flores e vegetais com o mesmo amor. Quando colhia as verduras para as nossas refeições, dizia: Não vamos recolher tudo. Deixemos um pouco para os passarinhos. Eles alegram o nosso dia e merecem o seu salário. Também deixava uns morangos vermelhinhos bem à mostra no canteiro exuberante, para que eles pudessem saboreá-los. Era sua forma de manifestar sua gratidão a Deus pelos Seus cuidados: alimentando as Suas criaturinhas. Minha mãe, além de tudo, foi motorista particular. Não se cansava de ir e vir, várias vezes, de casa para a escola, para a biblioteca, para o dentista, para o médico, para o teatro e de volta para casa. Também foi exímia cozinheira, arrumadeira, passadeira, babá. E tudo isto em tempo integral. Como ela conseguia, eu não sei. Somente sei que agora ela está na Espiritualidade. E Deus, como recompensa, por tantas profissões desempenhadas na Terra, lhe deu uma missão muito, muito especial: a de anjo guardião dos filhos que ficaram na bendita escola terrena.
Kardec classifica o teor dos evangelhos em 3 categorias, os fatos comuns da vida de Jesus, as bases para criação de dogmas religiosos e a 3ª e mais importante a moral ensinada pelo Cristo.
O evangelho segundo o Espiritismo se abstém das 2 primeiras categorias e se detem apenas na moral Cristã.
O livro busca esclarecer pontos possíveis de engano e reforçar a grande importancia que tem a moral Cristã acima de qualquer dogma religioso.
(Francisco do Espírito Santo Neto; sandra catarina)
Este livro tem como finalidade a busca do auto-aperfeçoamento através do conhecimento do inconciente, liberandonos de toda crítica e perseguição a si mesmo e a outros. Nos mostra nossa responsabilidade para com nossas atitudes autodestrutivas, e, não somente colocar a culpa em espíritos, forma facíl de fugir da realidade. As Dores da Alma são os sete pecados capitais: orgulho, preguiça, raiva, inveja, gula, luxuria, avareza. Dividida em 21 capítulos:
1) Crueldade: Tem como base a deseperação de viver de forma de ter a aprovação de todos o que nos rodeiam. É vital aprendr a dizer: não sei,não compreedo, não concordo e não me importo. Mostra que o segredo da felicidade está em viver a própria vida. 2) Orgulho: Sentimento que nos dá a errada sensação de sermos perfeitos, de ter a autoridade de julgar,as pessoas, de subestimar sua imporancia no universo. Nos produz um grande estress o fato de sentirmos super-heróis, com uma grande compulsão a controlar a vida alheia. 3) Irresponsabilidade: Jogamos a culpa dos erros de nossa vida a fatalidade, fugindo assim de toda responsabilidade. O autor ensina que a fatalidade somente existe no momento em que o espírito decide encarnar, fazendo sua escolha. Podemos alterar a situações que enfrentamos, quando mudamos nossa maneira de pensar. 4) Crítica: Se dice daquelas pessoas que passam a vida observando os outros, para encontrar seus erros, tapando assim para si mesmo e os outros os seus próprios efeitos de caráter. 5) Ilusão: As disiluções que a menudo nos acometem são na verdade, respostas reais a uma irreal percepção dos fatos. Esperamos perfeição das pessoas ao nosso redor, pois exigimos perfeição de nós mesmos. Como a perfeição humana não existe, sobrevém a decepção. 6) Medo: Sensação de perigo, muitas vezes exagerado, que impede nosso desenvolvimento normal como pessoas. O medo paralisa. 7) Preocupação: Nos preocupamos tanto com o dia de amanhã que deixamos de cuidaar o dia de hoje, muitas dessas preocupações são apenas hipóteses, que talvez nem aconteçam. 8) V´cio: Situação que qualquer de nós pode cair, a partir do momento em que permitimos que a ociosidade faça parte dominante de nossa vida. 9) Solidão: Sentimento considerado triste, errado, evitado, mas nem sempre deve ser assim, pode ser um momento de procura de paz interior, de autoconhecimento, de reflexão. 10) Culpa: Forma de sentimento que através dele, somos manipulados, conciente ou inconcientemente, por outras pessoas ou crenças religiosas, devido a nossas atitudes sociais ou sexuais. 11) Mágoa: Sentimento resultante da decepção com outras pessoas, que quando não curada pode se transformar em mágoa. 12) Egoismo: Devemos ter em conta o que realmente nos leva a ajudar outras pessoas, realmente é uma atitude altruista ou na verdade é nosso desejo de controlar? 13) Baixa estima: Uma vez reconhecida, depende de nós lutar contra este mal que afeta nossa saúde física e espiritual. 14) Rigidez: A dificuldade de ser flexíveis, de ver as coisas de forma realista, nos leva a paixões, um sentimento exagerado, que nos trás muita dor. 15) Ansiedade: Choro, desepero, gritos, nada poderá mudar a situação, busca serenidade e mudarás seu destino. 16) Perda: A vida é um ciclo constante de perdas e encontros. Saber lidar com as perdas nos permite dar maior sabor aos encontros. 17) Insegurança: Assumir a responsabilidadepor nossos atos, mesmo equivocados, mas sempre com a conciência de tomarmos as decisões que afetam nossas vidas nos tornarão pessoas mais seguras. 18) Repressão: Negar sentimentos e necessidades nos leva a um estado de imaturidade. 19)Depresão: Aceitar a depressão como um sentimento normal é tão bom como decidir que fazer com ela. 20) Dependência: Confundimos amore dependência. Oamor nos constrói, a dependência afasta. 21) Inveja: quando nos comparamos com outras pessoas e sentidonos inferiores, tentamos destruir aquilo que nos afeta.
Os signos do Zodíaco são muito conhecidos atualmente: a maioria das pessoas sabe qual é o seu signo solar. O Zodíaco é formado por doze signos, definidos como segmentos iguais do círculo, de forma que cada um tem trinta graus. O caminhamento dos planetas ao redor do Sol segue um círculo que tem esse nome de Zodíaco, onde se projetam as constelações que representam os doze signos. Entretanto, do nosso ponto de vista aqui no planeta, considera-se como se não só a Lua, mas também o Sol e todos os planetas se movessem através dos signos, tendo a Terra como centro. Os signos do Zodíaco são: Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes; eles coincidem aproximadamente com as estações do ano, três a três, iniciando com a primavera (no hemisfério norte), em Áries.
Os signos são doze sinais no céu, nos quais a alma se abastece. Você não tem apenas um signo: todos os doze signos estão em seu mapa astral, independente do dia em que você nasceu. Cada um deles fornece um conceito para a sua vida prática (simbolizados pelas casas) e para os planos da sua psique, representados pelos planetas. Confira o significado de cada signo e entenda o recado que cada um deles envia para a sua vida.
No site da Shadowscapes encontrei figuras belíssimas confira o seu sigo.
Você já experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo? Esses dias aparentemente têm os mesmos aspectos para todos nós, mas são vividos de maneira diferente por cada indivíduo. Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com alguém que lhes faça perguntas sobre o que está acontecendo, porque está assim, etc. Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram. Distribuem gestos bruscos, falam com irritação, respondem com azedume, culpam os outros por tudo de errado que acontece. E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males. E o pior de tudo é que nem sabemos o porquê de tanta irritação. Não paramos um pouco para meditar sobre a situação em que nos encontramos, nem para mudar o curso dos acontecimentos. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d´alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir. Passados esses momentos amargos, fica uma desagradável sensação de mal-estar, de indisposição, de sentimentos feridos, de relacionamento comprometido. Assim, se você sentir que está diante de uma manhã sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para não se deixar cair nas armadilhas. Se ainda está em casa, faça uma prece antes de sair. Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar só por um instante, respire fundo e eleve o pensamento a Deus, rogando forças e discernimento para não se deixar levar por circunstâncias desagradáveis. Lembre-se, sempre, que todos temos momentos difíceis, e que só depende de nós complicá-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso. Lembre-se, ainda que, por mais difícil que esteja a situação, ela será tragada pelas horas e substituída por momentos mais leves e mais felizes. Por essa razão, nunca valerá a pena estragar o seu dia. * * *
Não estrague o seu dia. A sua irritação não solucionará problema algum. As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas. Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar. O seu mau humor não modifica a vida. A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus. A sua tristeza não iluminará os caminhos. O seu desânimo não edificará a ninguém. As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade. As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você. Não estrague o seu dia. Aprenda, com a Sabedoria Divina, a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o infinito Bem.